sábado, 29 de junho de 2013

Seja sempre você, mas não seja sempre o mesmo

Mude.
 Não importa quando, nem como e nem o porquê, apenas mude.
 O universo é tão grande, há tanto para ser descoberto e explorado, então é mais do que óbvio que suas ideias e costumes não são os únicos que fazem sentido. Abuse da ousadia, experimente de tudo um pouco, pra aí então ter uma opinião sobre as coisas. Mude seus hábitos, atitudes, pensamentos e vícios, não se esqueça de que a mudança é a lei da vida. Não se contente com suas ideias fixas e, muitas vezes, formadas sem base e muito menos com sua mente limitada. O comodismo é um mal parasitário. Corra atrás, vá atrás, olhe, pergunte, reflita, questione. Prove pra você mesmo que aqueles seus conceitos e pensamentos antigos, podem estar equivocados e ultrapassados. Vá além de seu mundo (pequeno). Não tenha medo do que irão pensar e muito menos do que irão julgar, o que vale de verdade é a sua consciência. Nunca é tarde pra mudar, conhecer e viver. Não se conforme com a ideia de fazer sempre as mesmas coisas, de ter uma rotina e ser aquela pessoa previsível ou então aquela pessoa que os outros esperam que você seja. Você não precisa ser metódico. Permita-se. Conheça-se. Abra sua mente e surpreenda-se com você mesmo. :)

sábado, 22 de junho de 2013

¿¿¿¿

Me desculpe. 
Eu não consigo. 
Aliás, estranho seria se eu conseguisse.
O que é? Já não sei, nunca soube definir ao certo pra falar a verdade. O que é certo e o que é errado? Muito menos... Não existe coisa mais relativa e ilusória do que isso. Reprimo o que sinto, mudo o que sinto ou será que simplesmente não sinto? Penso em tudo, em como vai ser e em como vai terminar. Terminar? Mas e se nem começou? Isso é coisa de louco, o fato é que devo sair dessa loucura porque o final todos nós, mesmo que inconscientemente, sabemos qual é e ele é sempre igual. Final? Por que insisto em pensar no final? Pra que? Pra que pensar? Mais vale arriscar? Tenho vontade de entregar em um pacote de presente com um laço bem bonito, todos os meus pensamentos e sentimentos, para que saiba o que se passa. Porque falar, aah falar, isso nunca irei conseguir, quanto mais demonstrar de forma clara. Me engasgo, forma um nó, a palavra não sai, engulo a lágrima. Me desculpe, eu não consigo, aliás, estranho seria se eu conseguisse. Será que vai me entender? Vai começar? Faz uma forcinha e entra nos meus pensamentos pra ver de perto, aí não tem erro. Mas já não sei, pois quanto mais eu penso, mais eu me perco (ou me encontro?)... e isso está se tornando inevitavelmente inevitável.